Este é um serviço gratuito de acompanhamento das Eleições Brasileiras de 2026, produzido a partir de monitoramento eleitoral da imprensa. Briefings diários são publicados de segunda a sábado, com resumo semanal aos domingos. Cobertura: notícias publicadas em 12/05/2026.
Eleição Presidencial
Flávio Bolsonaro descarta aliança com aliado de Zema em Minas e fecha caminho conjunto com Republicanos. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) decidiu interromper, ao menos por ora, as tratativas com o governador Mateus Simões (PSD), aliado de Romeu Zema (Novo), e avançou na construção de um palanque comum com o Republicanos para o segundo maior colégio eleitoral do país. A definição saiu de reunião em Brasília nesta terça (12) entre o senador, o coordenador da pré-campanha Rogerio Marinho (PL-RN), o presidente estadual do PL em Minas, Zé Vitor, e o empresário Flávio Roscoe, ainda cotado para a disputa estadual. Mais cedo, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, esteve com o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), favorito do partido para encabeçar a chapa ao governo mineiro. Segundo Rogerio Marinho, o palanque deve estar fechado em até 15 dias, com evento de Flávio no estado em 1º de junho. Dirigentes do PL atribuem o esfriamento da composição com Mateus Simões ao cenário nacional: a provável pré-candidatura de Zema dificulta acordo com o bolsonarismo, e pesquisas internas indicaram que o ex-governador agregaria pouco ao senador. Em pesquisa Quaest de 28 de abril, Cleitinho liderou todos os cenários no estado, com 30% a 37% das intenções de voto. (Fontes: O Globo, 12/05, link; Poder360, 12/05, link)
Flávio diz esperar “neutralidade” do TSE e classifica de “lamentável” a condução do tribunal em 2022. Ao chegar à posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral, nesta terça (12), o pré-candidato à Presidência afirmou que aguarda uma atuação “isenta” e “neutra” da Corte nas eleições deste ano. “O que o povo brasileiro viu nas eleições de 2022 foi muito lamentável. O próprio presidente do TSE desequilibrando a disputa. Espero neutralidade, nada além disso”, declarou, em referência ao então presidente Alexandre de Moraes. Comparou o TSE a um árbitro de futebol que “não pode aparecer no jogo” e disse que cumprimentaria o presidente Lula caso o encontrasse no evento. A cerimônia marcou o primeiro encontro entre Lula e Flávio como pré-candidatos ao Planalto. (Fontes: O Globo, 12/05, link; O Globo, 12/05, link)
Lula chama Eduardo Bolsonaro de “fujão” e cobra responsabilização pela gestão da pandemia. Na cerimônia de sanção da lei que cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, em 11 de maio mas com repercussão nesta terça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) referiu-se ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como “aquele fujão que está nos Estados Unidos tentando pregar um golpe contra o Brasil”. Lula citou declarações de Jair Bolsonaro contra a vacinação, divulgadas em entrevista de 19 de dezembro de 2020 no canal de Eduardo no YouTube, e defendeu a responsabilização “dos responsáveis que fortaleceram a ignorância do presidente no trato de uma pandemia como essa”. Eduardo deixou o país há pouco mais de um ano e é réu no STF por coação no curso do processo movido contra o pai. Teve mandato cassado pela Câmara em 2025 por excesso de faltas. (Fonte: Estadão, 12/05, link)
Pesquisas internas indicam impacto reduzido de mulher como vice de Flávio; decisão pode ficar para julho. Levantamentos encomendados pela campanha de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto apontam que escolher uma mulher como companheira de chapa teria efeito eleitoral limitado, segundo a coluna Igor Gadelha. Entre os homens testados, o ganho também foi considerado pequeno: aliados afirmam que mesmo Romeu Zema (Novo) agregaria apenas um ponto percentual. Os resultados, segundo interlocutores, têm levado o senador a postergar a definição, com tendência de fechar o nome apenas em julho. Apesar disso, Flávio mantém a preferência por uma mulher, com o argumento de reduzir resistência do eleitorado feminino. (Fonte: Metrópoles, 12/05, link)
Governo Lula
Lula lança o “Brasil Contra o Crime Organizado”, com R$ 1,06 bilhão do Orçamento e R$ 10 bilhões via BNDES. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta terça (12), no Palácio do Planalto, o programa Brasil Contra o Crime Organizado, estruturado em decreto e quatro portarias e dividido em quatro eixos: asfixia financeira das facções (R$ 388,9 milhões), segurança máxima em 138 unidades prisionais (R$ 330,6 milhões), ampliação do esclarecimento de homicídios (R$ 201 milhões) e enfrentamento ao tráfico de armas (R$ 145,2 milhões). Os R$ 10 bilhões adicionais, via BNDES, serão acessíveis apenas a estados que aderirem ao plano. O pacote cria uma Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) Nacional, amplia o Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos e prevê um Centro Nacional de Inteligência Penal. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), participou e discursou; o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), faltou ao evento. No discurso, Lula afirmou que o crime “muitas vezes está no meio empresarial, no Judiciário e no Congresso” e voltou a condicionar a criação do Ministério da Segurança Pública à aprovação, pelo Senado, da PEC da Segurança, parada na Casa há dois meses. (Fontes: Gazeta do Povo, 12/05, link; CartaCapital, 12/05, link; CNN Brasil, 12/05, link)
Coluna de José Casado classifica plano como “improviso” a vinte semanas das eleições. O colunista José Casado, em texto na Veja, classificou o pacote de R$ 11 bilhões como “improviso” lançado a vinte semanas do pleito e voltado ao “marketing da reeleição”. Segundo Casado, “nada foi combinado com os governos estaduais nem com o Congresso Nacional”, e a iniciativa marca uma mudança de discurso: depois de onze anos e quatro meses em três mandatos, Lula passa a admitir parte da responsabilidade federal pela crise de segurança, tema que até aqui era atribuído majoritariamente aos estados. A coluna lembra que a série de iniciativas anunciadas pelo governo até a semana passada — incluindo Desenrola, PEC 6×1 e o pacote de segurança — soma mais de R$ 140 bilhões, valor equivalente ao crédito extraordinário aprovado pelo Congresso na transição de governo, em dezembro de 2022. (Fonte: Veja, 12/05, link)
Lula assina MP que zera a “taxa das blusinhas” e governo celebra fim de tributo criado por ele próprio. A menos de cinco meses das eleições, o presidente assinou nesta terça (12) Medida Provisória que zera o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, no programa Remessa Conforme. A cobrança havia sido criada pelo próprio governo Lula, com aprovação do Congresso, em meados de 2024; em 2025, rendeu recorde de R$ 5 bilhões à Receita Federal, e os quatro primeiros meses de 2026 já somavam R$ 1,78 bilhão. Pesquisa citada pela Gazeta do Povo, realizada em abril, apontou que 62% dos brasileiros avaliavam a taxa como erro. Em nota no X, a conta oficial do Governo do Brasil escreveu: “A-CA-BOU a taxa das blusinhas! O Governo do Brasil tá do lado do povo brasileiro”. O ICMS estadual de até 20% sobre essas compras permanece. (Fontes: G1, 12/05, link; Gazeta do Povo, 12/05, link)
Lula pede levantamento de cargos do centrão na máquina federal para retaliar derrotas; Alcolumbre é poupado num primeiro momento. Reportagem da Folha aponta que o presidente determinou à Secretaria de Relações Institucionais um mapeamento de cargos indicados pelo centrão, com vistas a retaliar parlamentares que colaboraram com a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF e com a derrubada do veto à Lei da Dosimetria, no fim de abril. A ordem é demitir “sem alarde, pingados”, em cargos de ponta, para evitar um “exoneraço”. Alguns nomes já começaram a ser substituídos, segundo integrantes do Palácio. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), avaliado por aliados de Lula como articulador da derrota de Messias, será poupado em um primeiro momento: o governo nomeou um indicado seu para diretoria da Codevasf e empenhou R$ 21,7 milhões em emendas individuais do senador, além de R$ 249,2 milhões em emendas de bancada do Amapá após a derrota. (Fonte: Folha de S.Paulo, 12/05, link)
Alcolumbre falta ao lançamento do programa de segurança e, à noite, não aplaude Messias na posse do TSE. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não compareceu ao Palácio do Planalto na cerimônia de lançamento do Brasil Contra o Crime Organizado, apesar de convidado. À noite, na posse de Kassio Nunes Marques no TSE, Alcolumbre foi o único integrante da mesa solene que não aplaudiu o advogado-geral da União, Jorge Messias, quando este foi homenageado pelo presidente da OAB, Beto Simonetti — Messias recebeu 30 segundos de palmas da plateia. A cena foi captada pela transmissão oficial. Ao mesmo tempo, Alcolumbre articula a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) ao TCU, movimento que contraria o desejo de Lula de manter Pacheco como aposta no governo de Minas. (Fontes: O Globo, 12/05, link; O Globo, 12/05, link)
Pesquisas Eleitorais
Real Time Big Data em Mato Grosso do Sul — divulgada em 12/05. Levantamento realizado pelo instituto de 9 a 11 de maio de 2026, com 1.600 entrevistados de 16 anos ou mais, mostra o governador Eduardo Riedel (PP) liderando a corrida pela reeleição no estado, com 43% das intenções de voto no 1º turno. O petista Fábio Trad aparece em segundo, com 21%; seguem João Henrique Catan (Novo), com 11%, e Delcídio do Amaral (PRD), com 7%. Renato Gomes (DC) e Lucien Rezende (Psol) têm 2% cada, e Jefferson Bezerra (Agir) 1%. Em todos os seis cenários de 2º turno simulados, Riedel vence: chega a 56% contra 25% de Delcídio, 54% × 31% sobre Trad, 52% × 22% sobre Catan, 55% × 17% sobre Renato Gomes, 62% × 13% sobre Bezerra e 63% × 14% sobre Rezende. No segmento presidencial, em cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51% e Lula (PT) com 34%, entre eleitores sul-mato-grossenses; brancos/nulos somam 8% e indecisos 7%. Em dois cenários de 1º turno, Flávio oscila estável em 43%, contra 30% (cenário 1) e 29% (cenário 2) de Lula, com Ronaldo Caiado (PSD) em 5%, Renan Santos (Missão) em 3%, Romeu Zema (Novo) em 2% e Ciro Gomes (PSDB) em 2% no cenário 2. Na avaliação do governo federal, Lula é desaprovado por 66% dos sul-mato-grossenses e aprovado por 31%; 55% consideram a gestão “ruim” ou “péssima”, 20% “regular” e 23% “ótima” ou “boa”. Campo: 9 a 11 de maio. Amostra: 1.600 entrevistas. Margem de erro: ±2pp. Confiança: 95%. Método não divulgado. Registros TSE: MS-06412/2026 (cenário estadual) e BR-04762/2026 (presidencial e avaliação). Custo: R$ 64.000. Contratante: o próprio instituto (recursos próprios). (Fontes: Poder360, 12/05, link; Poder360, 12/05, link; Poder360, 12/05, link; CartaCapital, 12/05, link)
Judiciário — STF e TSE
Nunes Marques toma posse na presidência do TSE e classifica urna eletrônica como “patrimônio institucional da democracia”. Em cerimônia às 19h no plenário do tribunal, o ministro Kassio Nunes Marques assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral nesta terça (12), com André Mendonça como vice. Ambos foram indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No discurso, Nunes Marques disse que o sistema eletrônico de votação é “patrimônio institucional da nossa democracia” e que cabe à Justiça Eleitoral “preservar, aperfeiçoar e fortalecer continuamente” a confiança pública no modelo. Defendeu liberdade de expressão e tratou do uso de inteligência artificial nas eleições. Sentados lado a lado na mesa solene estiveram o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O senador Flávio Bolsonaro também compareceu; foi a primeira vez em que Lula e Flávio apareceram juntos publicamente como pré-candidatos. O corregedor-geral eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, afirmou que Cármen Lúcia assumiu o TSE em “momento particularmente sensível” em 2024. (Fontes: O Globo, 12/05, link; Poder360, 12/05, link; Poder360, 12/05, link)
Voto de Nunes Marques sobre o 8 de janeiro converge com teses da defesa de Bolsonaro na revisão criminal. Análise de O Globo aponta que o ministro Kassio Nunes Marques — sorteado relator do pedido de revisão criminal do ex-presidente Jair Bolsonaro contra a condenação de 27 anos e 3 meses no caso da trama golpista — já externou em julgamentos anteriores entendimentos que dialogam diretamente com os argumentos centrais do recurso. Em ação penal recente do 8 de janeiro, Nunes Marques criticou a responsabilização “genérica” de acusados e afirmou que “a responsabilização penal coletiva (…) é vedada em nosso sistema”. O recurso de Bolsonaro sustenta que a condenação foi baseada em “narrativa globalizante”, que teria reunido fatos heterogêneos sem prova individualizada, e contesta a competência da Primeira Turma para o caso. Nunes Marques também escreveu, em voto anterior, ser vedada a instituição de “juízo universal” no Supremo “em relação a determinadas classes de crimes e de investigados e réus, por mais graves que tenham sido as práticas ilícitas”. O ministro informou à reportagem que, por restrições legais, não comenta casos em julgamento. (Fonte: O Globo, 12/05, link)
Motta anuncia que Câmara defenderá no STF a “aplicabilidade” da Lei da Dosimetria. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça (12) que a Casa apresentará posição nos autos das ações diretas de inconstitucionalidade em defesa da aplicabilidade da Lei da Dosimetria, que reduz penas dos condenados pelo 8 de janeiro e foi suspensa por Alexandre de Moraes no último sábado (9). “Vamos defender a aplicabilidade da lei da dosimetria porque esse foi o caminho que foi aprovado por ampla maioria no Congresso Nacional e o veto também do presidente foi derrubado por essa maioria extremamente expressiva nas duas Casas”, disse em entrevista ao programa TMC360. Motta descreveu a norma como alternativa à anistia ampla e disse esperar que o Supremo “dê aplicabilidade àquilo que foi aprovado pelo Congresso”. (Fonte: O Globo, 12/05, link)
Relator da Lei da Dosimetria diz estar “otimista” após reunião com Moraes; julgamento deve ocorrer na última semana de maio. O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do projeto que originou a Lei da Dosimetria, reuniu-se nesta terça (12) com o ministro Alexandre de Moraes (STF) e publicou foto do encontro nas redes. “O ministro Alexandre de Moraes me garantiu que, assim que as instituições responderem, ele pedirá pauta no Supremo. A expectativa é que o julgamento aconteça na última semana de maio”, escreveu. Disse ao O Globo estar “muito otimista” de que a Corte manterá a constitucionalidade do texto. Flávio Bolsonaro reagiu criticando a proximidade entre o relator e o ministro: “Foi o próprio Alexandre de Moraes que escreveu o texto que foi aprovado no Congresso Nacional. Foi ele quem interditou o debate no Legislativo”, afirmou. Paulinho da Força respondeu, em nota, que o texto “foi construído de forma ampla, ouvindo todas as bancadas do Congresso Nacional, vários deputados e senadores, incluindo o senador Flávio Bolsonaro”. (Fonte: O Globo, 12/05, link)
Oposição apresenta novo pedido de impeachment de Moraes em reação à suspensão da Lei da Dosimetria. O líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), protocolou nesta terça (12) o sexto pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes apenas em 2026 — o trigésimo quarto desde o início do governo Lula. O pedido sustenta que a decisão monocrática de sábado configurou “paralisação da incidência da lei federal em diversas execuções penais”, com efeitos equivalentes ao controle concentrado de constitucionalidade “sem a observância do devido processo constitucional”, e afronta a separação de Poderes. Em paralelo, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), iniciou na segunda (11) coleta de assinaturas para uma proposta de emenda à Constituição que anistia os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. (Fonte: Estadão, 12/05, link)
STF marca para 22 a 29 de maio julgamento virtual sobre mudanças na Lei da Ficha Limpa. O Supremo Tribunal Federal incluiu para julgamento virtual entre 22 e 29 de maio as ações que questionam alterações sancionadas em setembro de 2025 à Lei da Ficha Limpa. A mudança, aprovada pelo Congresso, antecipa o início da contagem do prazo de inelegibilidade — passa a valer a partir da condenação, e não mais após o cumprimento da pena —, o que pode beneficiar políticos como Eduardo Cunha, Anthony Garotinho e José Roberto Arruda, abrindo brecha para suas candidaturas em 2026. A Rede Sustentabilidade contesta a regra; o PGR Paulo Gonet defendeu, em parecer, a suspensão de três trechos. O processo está com a ministra Cármen Lúcia, que optou por levar a discussão diretamente ao colegiado em vez de decidir em monocrática. (Fonte: O Globo, 12/05, link)
Eleições estaduais
Minas Gerais — Governo
Pacheco diz a Edinho que não pretende disputar o governo de Minas, mas aceita conversar com Lula. O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) comunicou nesta terça (12) ao presidente do PT, Edinho Silva, que não pretende disputar o governo mineiro em 2026, alegando questões pessoais e desconforto com a polarização e a exposição nas redes sociais. Mesmo assim, aceitou conversar diretamente com o presidente Lula nos próximos dias antes de tomar uma decisão definitiva — Edinho ficou de marcar o encontro ainda esta semana. Aliados do PT consideram crescente a percepção de que o senador não entrará na corrida estadual. Durante a reunião, Pacheco mencionou alternativas que poderiam ser discutidas pelo partido, entre elas o empresário Josué Alencar (PSB) e o ex-procurador-geral de Justiça Jarbas Soares. O movimento ocorre em paralelo à articulação conduzida por Davi Alcolumbre para levar Pacheco ao TCU. (Fonte: O Globo, 12/05, link)
Rio de Janeiro — Governo e Senado
Republicanos vive racha no Rio, com duas pré-candidaturas a governador e divisão entre alas pró-Lula e pró-Bolsonaro no Senado. O Republicanos fluminense, ligado à Igreja Universal, tem duas pré-candidaturas paralelas ao governo do estado: o ex-prefeito de Miguel Pereira André Português, lançado na última sexta (8) com declaração de apoio a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial, e o ex-governador Anthony Garotinho, que se lançará na quarta (13). A indefinição se estende às vagas ao Senado: o ex-prefeito de Belford Roxo Waguinho é aliado de Lula, enquanto o deputado federal Marcelo Crivella apoia Bolsonaro. Crivella participou do lançamento de Português; Waguinho sinaliza preferência por Garotinho. A cúpula do partido, segundo Garotinho, articula pesquisa eleitoral no fim de junho para decidir o nome; Português contesta. O ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) e o presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL), cortejam lideranças da Universal. Em pesquisa Genial/Quaest de abril, Garotinho aparecia com 8% das intenções de voto, empatado tecnicamente com Douglas Ruas (9%). (Fonte: O Globo, 12/05, link)
Alagoas — Senado
Paulo Dantas distribui 50 Pix de R$ 200 em sorteio do Dia das Mães e diz que é “presente do senador Renan e do governador”. O governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), realizou no domingo (10), em Rio Largo, sorteio de 50 Pix de R$ 200 em evento de Dia das Mães organizado pela prefeitura local, segundo reportagem repercutida nesta terça (12) por O Globo. Em palco ao lado do senador Renan Calheiros (MDB), pré-candidato à reeleição, do prefeito Pedro Carlos (PP) e do vice-prefeito Peterson Henrique (PP), Dantas afirmou: “Vocês vão ganhar, também, presente do senador Renan e do governador Paulo Dantas. Quem gosta de Pix aí, levanta a mão”. A assessoria do governador disse, pela Secom estadual, que a ação “possui caráter informal” e foi paga com “recursos próprios”. O pré-candidato ao governo pelo MDB é o ex-governador Renan Filho, que esteve em Rio Largo no sábado (9) em adesivaço. A reportagem informa ainda que o deputado Arthur Lira (PP), pré-candidato ao Senado e principal adversário de Renan na corrida, teve nome em telão como “apoio cultural” em sorteio paralelo em Teotônio Vilela (AL). (Fonte: O Globo, 12/05, link)
Briefing compilado em 13/05/2026.
Conteúdo gerado automaticamente. Pode conter erros.
Deixe um comentário