Este é um serviço gratuito de acompanhamento das Eleições Brasileiras de 2026, produzido a partir de monitoramento eleitoral da imprensa. Briefings diários são publicados de segunda a sábado, com resumo semanal aos domingos. Cobertura: notícias publicadas em 10/05/2026.
Eleição Presidencial
Flávio escolhe Marcello Lopes para coordenar comunicação da campanha. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) decidiu que o publicitário Marcello Lopes, conhecido em Brasília como Marcelão, será o coordenador de comunicação de sua campanha à Presidência. Dono da Cálix Propaganda, ex-policial civil do Distrito Federal e avesso ao rótulo de marqueteiro, Lopes prepara a saída da empresa para assumir oficialmente a função no início de junho. Foi apresentado ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, há duas semanas, e já acertou as primeiras contratações; ficarão à frente das redes sociais o especialista em estratégia digital Marcos Carvalho e o assessor de longa data de Flávio, Fernando Pessoa. Integrantes da campanha afirmam que a estratégia será amparada em dados. Pesquisas qualitativas indicam que a rejeição a Flávio decorre da rejeição ao pai, Jair Bolsonaro (PL), mas pode ser revertida; para enfrentar a desaprovação entre mulheres, a equipe tem reforçado a presença da esposa Fernanda e das duas filhas e a mensagem de que o senador é “pai de menina”. Flávio, aos 45 anos, também é apresentado como contraste etário a Lula (PT), 80, sob o mote “o Brasil tem futuro”. (Fonte: Folha, 10/05, link)
Flávio diz em SC que “Brasil vai aposentar Lula” e prevê PT “recolhido na insignificância” a partir de 2027. Em ato no Stage Music Park, em Jurerê, Florianópolis, no qual o PL oficializou a chapa estadual em Santa Catarina, Flávio Bolsonaro afirmou: “Lula, o Brasil vai te aposentar e, no nosso governo, ninguém vai roubar a sua aposentadoria”. O senador acrescentou que, a partir de 2027, “nunca mais iremos falar de PT, porque eles vão ficar recolhidos na insignificância deles”. (Fonte: Poder360, 10/05, link)
Governo Lula
Lula faz caminhada sem camisa 16 dias após cirurgia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 80, fez caminhada de rotina na manhã de domingo (10) na Granja do Torto, casa de campo oficial da Presidência. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele aparece sem camisa e de boné, 16 dias após procedimento de remoção de pele no couro cabeludo, no qual foi retirada lesão causada por carcinoma basocelular — tipo menos grave de câncer de pele —, com recomendação médica de evitar exposição da região ao sol. Segundo relatos da equipe do presidente, a prática de atividades físicas tem sido diária, e ele tem sido estimulado a reforçar a imagem de cuidado com a saúde no ano em que tenta a reeleição. (Fonte: Folha, 10/05, link)
Ministro Wolney Queiroz promete zerar fila do INSS até outubro. O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou em entrevista ao PodNews neste domingo (10) que o governo trabalha para zerar a fila do INSS até setembro ou outubro deste ano e que o Palácio do Planalto deve anunciar nas próximas semanas um pacote de medidas para reduzir o tempo de espera por benefícios previdenciários. Segundo o ministro, o tempo médio de espera caiu de 81 dias em fevereiro para 66 dias em abril, com contratação de novos peritos médicos, pagamento de bônus por produtividade, mutirões e ampliação da perícia médica conectada; o estoque atual é de 2,6 milhões de requerimentos, número que inclui pedidos dentro do prazo legal, duplicados ou pendentes de documentação. Em paralelo, o INSS montou força-tarefa, chamada Ação Nacional de Mobilização de Análise Especializada de Salário-Maternidade (MAES), para avaliar 61 mil pedidos de salário-maternidade represados há mais de um mês, em alusão ao Dia das Mães; a meta corresponde a 32% do estoque. (Fontes: SBT News, 10/05, link; Folha, 10/05, link)
Lula propõe grupo internacional de combate ao crime organizado; PEC da Segurança Pública completa dois meses parada no Senado. Em viagem aos Estados Unidos na última semana, o presidente Lula relatou ter dito a Donald Trump que pretende criar um “grupo forte” multilateral de combate ao crime organizado, com base em Manaus e participação de polícias da América do Sul. “Não é hegemonia de um país ou de outro querer combater o crime organizado. É uma coisa que tem que ser compartilhada com todos. O Brasil tem expertise, o Brasil tem uma extraordinária Polícia Federal”, disse. Na próxima semana, o governo lançará o plano “Brasil Contra o Crime Organizado”. Em contraste, a PEC da Segurança Pública completou neste domingo (10) dois meses no Senado, sem despacho do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP). A tensão entre Executivo e Senado, agravada após a rejeição de Jorge Messias para o STF em abril, tem motivado a base governista a deixar a proposta de lado, com avaliação de que dificilmente avançará antes da eleição. (Fonte: CNN Brasil, 10/05, link)
Comissão da PEC do fim da 6×1 consolida consensos; governo quer usar PL para detalhes. A comissão especial que discute o fim da escala 6×1 fixou três consensos entre os deputados: a nova regra será 5×2, em 40 horas semanais e sem redução salarial. Permanecem em disputa eventual isenção fiscal às empresas e o tempo de transição: o governo, por meio do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defende seis meses para adequação; a oposição quer até dez anos. O relator Leo Prates (Republicanos-BA) e o presidente da comissão, Alencar Santana (PT-SP), agendaram votação para 26 de maio. O Executivo passou a defender o uso do Projeto de Lei enviado ao Congresso, com tramitação em regime de urgência, para tratar de detalhes setoriais e convenções coletivas, enquanto a PEC fixaria apenas a regra geral. Na próxima semana, a comissão recebe os ministros Dario Durigan (Fazenda), na terça (12), e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral). (Fontes: CNN Brasil, 10/05, link; CNN Brasil, 10/05, link)
Pesquisas eleitorais
Datafolha aponta que 60% dos brasileiros têm medo de sofrer agressões por opção política a cinco meses da eleição. Pesquisa do Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que 60% dos brasileiros dizem ter medo de sofrer agressões físicas em razão de suas escolhas políticas ou partidárias, taxa próxima dos 68% registrados há quatro anos. O medo é mais frequente entre mulheres (65%, contra 53% dos homens) e nas classes D e E (64%, ante 59% na classe C e 55% nas classes A e B). Entre os 41% dos entrevistados que relatam presença de tráfico de drogas ou milícias em seus bairros, 59% afirmam evitar manifestar-se politicamente por receio desses grupos. O levantamento estima que entre 2,6 milhões e 4,7 milhões de brasileiros sofreram violência política nos últimos 12 meses. Campo: entrevistas presenciais em pontos de fluxo. Amostra: 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, em 137 municípios. Margem: ±2pp. Confiança: 95%. Contratante: Fórum Brasileiro de Segurança Pública. (Fonte: O Globo, 10/05, link)
Ranking de interações em redes sociais em abril aponta Zema e Flávio na frente. Levantamento da Agência Bites obtido com exclusividade pelo Poder360, somando perfis de pré-candidatos à Presidência no Facebook, Instagram, TikTok e YouTube, mostra Romeu Zema (Novo) em 1º lugar, com 26,0 milhões de interações (curtidas, comentários e compartilhamentos) em abril, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 24,4 milhões, e por Lula (PT), com 17,1 milhões. Renan Santos (Missão) aparece com 8,1 milhões, Augusto Cury (Avante) com 995 mil, Ronaldo Caiado (PSD) com 800 mil, Cabo Daciolo (Mobiliza) com 400 mil e Aldo Rebelo (DC) com 300 mil. Na média por publicação, Flávio lidera, com 72 mil interações, seguido por Zema (70 mil) e Lula (35 mil). Segundo a agência, o engajamento de Zema cresceu em razão do embate público com o ministro Gilmar Mendes (STF) no fim de abril. (Fonte: Poder360, 10/05, link)
Judiciário — STF e TSE
Moraes mantém suspensão da Lei da Dosimetria em 24 execuções penais. Até o domingo (10), o ministro Alexandre de Moraes (STF) havia rejeitado a aplicação da Lei da Dosimetria em 24 pedidos de condenados pelos atos do 8 de Janeiro, entre eles a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, condenada a 14 anos de prisão. Moraes argumenta que é preciso esperar o plenário decidir sobre as ações que questionam a constitucionalidade da norma e deu cinco dias úteis para o Congresso responder à Ação Direta de Inconstitucionalidade protocolada pela federação Psol-Rede em 8 de maio; também devem se manifestar a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República. (Fontes: CNN Brasil, 10/05, link; O Globo, 10/05, link)
PT, PV e PCdoB protocolam ADI contra a Lei da Dosimetria. A federação “Brasil da Esperança”, formada por PT, PV e PCdoB, ingressou no domingo (10) com Ação Direta de Inconstitucionalidade no STF, em peça de 76 páginas redigida na sexta-feira (8), pedindo medida cautelar para suspender os efeitos dos dispositivos impugnados, “dada a excepcional urgência do caso”. O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou em nota que a lei “representa um retrocesso no enfrentamento aos crimes contra a democracia” e citou as investigações sobre o plano de assassinato do presidente Lula, do vice Geraldo Alckmin e do então presidente do TSE Alexandre de Moraes. A federação também acusa o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de ter promovido votação “atípica” ao “fatiar” o veto presidencial em vez de acolhê-lo ou rejeitá-lo integralmente. (Fonte: O Globo, 10/05, link)
Oposição articula PEC da Anistia e PEC contra decisões monocráticas como resposta a Moraes. Após a suspensão da Lei da Dosimetria por Moraes no sábado (9), líderes da oposição costuram nos bastidores texto de Proposta de Emenda à Constituição com anistia “ampla, geral e irrestrita” aos condenados pelo 8 de Janeiro. Um líder oposicionista afirmou ao GLOBO acreditar que o Congresso teria condições de aprovar a PEC “em uma semana”, o que dependeria, contudo, do apoio dos presidentes das duas Casas e de elevada coesão para quebra de prazos regimentais. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, classificou a decisão como afronta à vontade do Congresso e defendeu que a Câmara aprove “com urgência” uma PEC contra decisões monocráticas que suspendam leis aprovadas pelo Parlamento. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) enviou a parlamentares documento que defende “respeito à soberania do Parlamento” e “aplicação imediata da Lei de Dosimetria”. Na base governista, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) chamou a decisão de “banho de água fria no bolsonarismo”. (Fonte: O Globo, 10/05, link)
Metade dos 12 pré-candidatos à Presidência apoia a Lei da Dosimetria; só Lula e Rui Costa Pimenta são contra. Levantamento do Poder360 mostra que Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Ronaldo Caiado (PSD-GO), Romeu Zema (Novo-MG), Renan Santos (Missão-SP), Aldo Rebelo (DC) e Augusto Cury (Avante) já se manifestaram a favor de algum tipo de ajuste nas condenações do 8 de Janeiro. Lula (PT) e Rui Costa Pimenta (PCO) são abertamente contrários. Cabo Daciolo (Mobiliza), Samara Martins (UP), Hertz Dias (PSTU) e Edmilson Costa (PCB) ainda não se manifestaram. Caiado já declarou que concederá “anistia ampla, geral e irrestrita” caso eleito; Zema disse que “se não for possível a anistia, a dosimetria é menos mal do que nada”; Cury defendeu revisão da pena de Débora dos Santos. (Fonte: Poder360, 10/05, link)
STF dá cinco dias para Sergio Moro responder a processo por calúnia contra Gilmar Mendes. A ministra Cármen Lúcia, relatora, concedeu prazo de cinco dias para que o senador Sergio Moro (União-PR) apresente defesa prévia na ação penal em que responde por calúnia contra o ministro Gilmar Mendes. O caso decorre de vídeo de outubro de 2023 em que Moro afirmou que seria possível “comprar um habeas corpus” do magistrado, conduta enquadrada pelo Ministério Público Federal como calúnia. Em outubro de 2025, a Primeira Turma do STF rejeitou, por unanimidade, recursos de Moro contra a denúncia e o manteve como réu. Caso seja condenado a mais de quatro anos de prisão, ele pode perder o mandato. Moro disputará neste ano o governo do Paraná pelo PL, em palanque para Flávio Bolsonaro à Presidência; concorre contra Sandro Alex (PSD), sucessor escolhido pelo governador Ratinho Júnior, e o deputado estadual Requião Filho (PDT). Moro não se manifestou. (Fonte: O Globo, 10/05, link)
Eleições estaduais
Minas Gerais
Pacheco retoma contato com PT depois da rejeição a Messias. Após a derrota do governo no Senado com a rejeição da indicação de Jorge Messias para o STF, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) tem retomado o contato direto com dirigentes petistas para destravar a candidatura ao governo de Minas Gerais. Na última semana, encontrou-se com ao menos seis integrantes do PT, entre eles o presidente nacional Edinho Silva e a presidente do PT-MG, deputada estadual Leninha. Nesta segunda (11), Pacheco volta a reunir-se com Edinho e, na mesma semana, deve participar do encontro entre Lula e Davi Alcolumbre (União-AP). Pacheco tem dito a aliados que decidirá até o final do mês; segundo parlamentar ouvido pela Folha sob reserva, o senador continua sendo a primeira opção do presidente para Minas. (Fonte: Folha, 10/05, link)
PT cogita coligação sem candidato a governador em MG; responsabilidade do palanque de Lula recairia sobre Marília Campos. Com a indefinição em torno de Pacheco, petistas avaliam lançar coligação sem cabeça de chapa para o governo de Minas, apenas com postulantes ao Senado e à Câmara, segundo a Coluna do Estadão. Nesse cenário, a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT), pré-candidata ao Senado, ficaria responsável por organizar o palanque do presidente Lula no estado. Na pesquisa Genial/Quaest do fim de abril, Marília aparecia em primeiro lugar para o Senado, com 19%, à frente do ex-governador Aécio Neves (PSDB), com 11%. Em 2024, ela foi a prefeita mais bem votada do país, reeleita no primeiro turno com 60,68% dos votos. (Fonte: Estadão, 10/05, link)
Zema enfrenta dificuldades nas pesquisas de primeiro turno em MG e é pressionado pelo PL. Pesquisa Genial/Quaest aponta o ex-governador Romeu Zema (Novo) com 11% das intenções de voto no primeiro turno presidencial em Minas Gerais, distante dos 32% de Lula (PT) e 27% de Flávio Bolsonaro (PL) no estado. O cenário contrasta com o de Ronaldo Caiado (PSD) em Goiás, onde o ex-governador tem 31%, à frente de Lula (20%) e numericamente empatado com Flávio (25%) na margem de erro. O CEO da Quaest, Felipe Nunes, aponta que a “baixa largada” em Minas combina três fatores: aprovação ao governo Zema, ainda em 52%, que não se converte automaticamente em voto; desgaste de fim de ciclo; e polarização nacional. Em simulação de segundo turno, Zema aparece com 38%, numericamente à frente de Lula (37%). O presidente do PL em Minas, Domingos Sávio, condicionou apoio do partido à candidatura de Mateus Simões (PSD) ao governo mineiro à desistência de Zema da disputa presidencial — caso contrário, o PL trabalharia com Cleitinho Azevedo (Republicanos), líder da pesquisa Quaest com 30% ou mais, ou com candidato próprio, mais cotado o ex-presidente da Fiemg, Flávio Roscoe. A cúpula do PL mineiro se reunirá nesta terça (12) com Flávio Bolsonaro e com o deputado Nikolas Ferreira para discutir a tática estadual. (Fonte: Estadão, 10/05, link)
São Paulo
Disputa pela sucessão na presidência da Alesp acirra disputa interna no PL. Com a decisão do atual presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), de concorrer ao Senado, partidos da base do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) já se mobilizam para disputar o comando da Casa em 2027. O PL pretende manter a presidência ao apostar em ter a maior bancada, com previsão de eleger ao menos 23 deputados; o PSD, de Gilberto Kassab, projeta mais de 20 cadeiras e tentará disputar o posto, com o argumento de que ficou de fora da chapa majoritária — o vice de Tarcísio, Felício Ramuth, migrou do PSD para o MDB, e as duas vagas ao Senado ficaram com Guilherme Derrite (PP) e Prado. O nome mais agradável a Tarcísio é o do líder de governo na Alesp, Gilmaci Santos (Republicanos). No PL há divergência: deputados alinhados ao bolsonarismo articulam alternativa ao perfil de Prado, próximo do Centrão, e estudam Gil Diniz, Lucas Bove ou Tenente Coimbra. (Fonte: Folha, 10/05, link)
Rio de Janeiro
Eduardo Paes amplia alianças no interior do Rio com políticos condenados ou inelegíveis. O pré-candidato do PSD ao governo do Rio, ex-prefeito da capital Eduardo Paes, vem costurando apoios com políticos com pendências judiciais ou inelegibilidade declarada, em movimento para neutralizar a estratégia do também pré-candidato Douglas Ruas (PL) no interior, segundo O Globo. Entre os aliados estão o clã Cozzolino, de Magé — o deputado estadual Vinicius Cozzolino e o ex-prefeito Renato Cozzolino (DC), que se livrou da inelegibilidade por decisão monocrática do ministro Dias Toffoli (STF) em 2024 —, o clã Reis, de Duque de Caxias, com indicação da ex-deputada Jane Reis para vice na chapa de Paes (seu irmão, Washington Reis, foi condenado pelo STF por crime ambiental), e o ex-prefeito de Três Rios, Joacir Barbaglio, cassado pelo TSE e declarado por Paes pré-candidato a deputado federal mesmo inelegível até 2027 pela Ficha Limpa. Procurado, Paes não retornou. (Fonte: O Globo, 10/05, link)
Briefing compilado em 11/05/2026.
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