Este é um serviço gratuito de acompanhamento das Eleições Brasileiras de 2026, produzido a partir de monitoramento eleitoral da imprensa. Briefings diários são publicados de segunda a sábado, com resumo semanal aos domingos. Cobertura: notícias publicadas entre 26/04/2026 e 02/05/2026.
Panorama da semana
A semana foi marcada por duas derrotas seguidas do governo Lula no Congresso. Em 29 de abril, o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal por 42 votos a 34, no primeiro veto a um indicado presidencial à Corte desde 1894. No dia seguinte, deputados e senadores derrubaram, em sessão conjunta, o veto integral de Lula ao PL da Dosimetria, que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e abre caminho para a revisão da pena de Jair Bolsonaro.
No campo presidencial, o senador Flávio Bolsonaro fez sua primeira agenda conjunta de pré-campanha com o governador Tarcísio de Freitas na Agrishow 2026, em Ribeirão Preto, e consolidou-se como nome da centro-direita junto ao agronegócio. Lula não compareceu ao evento, alegando recuperação de procedimento para retirada de lesão cancerígena na pele.
Foram divulgadas duas pesquisas nacionais (Nexus/BTG Pactual e AtlasIntel/Bloomberg) e uma rodada da Genial/Quaest sobre intenção de voto em onze estados. Os dois levantamentos nacionais apontam empate técnico no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, com diferenças dentro da margem de erro.
Eleição Presidencial
Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas fazem primeira agenda conjunta de pré-campanha na Agrishow. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participaram juntos da abertura da 31ª Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), em 27 de abril. No discurso, Tarcísio classificou Flávio como “próximo presidente” e disse que estar ao lado do senador é uma forma de manter “vivo o legado” de Jair Bolsonaro. Foi a primeira aparição pública conjunta dos dois na pré-campanha. (Fonte: Estadão, 27/04, link)
Flávio chama Lula de “mercadoria vencida” e diz que petista “ficará irrelevante” a partir de 2027. Em coletiva concedida ao lado de Tarcísio na Agrishow, Flávio Bolsonaro classificou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “mercadoria vencida” e “produto fadigado”, afirmando que o petista “apresenta sinais de fadiga” no exercício do cargo. Em discurso na mesma feira, o senador disse que “ninguém vai mais ouvir falar de Lula a partir de 2027, ele vai ficar irrelevante”. Flávio também afirmou que o agronegócio é “tratado como lixo” pelo governo Lula. (Fontes: Gazeta do Povo, 27/04, link; Veja, 27/04, link)
Pré-candidato projeta governo com mais mulheres e menos militares; cogita vice feminina. Flávio Bolsonaro disse a interlocutores que pretende ampliar a participação feminina em ministérios e cargos de comando, caso eleito, e reduzir o número de militares em postos da máquina federal. A proposta integra estratégia de campanha para atrair eleitorado feminino. Entre nomes cogitados para ocupar a vaga de vice em sua chapa estão a vereadora Priscila Costa (PL-CE) e a senadora Tereza Cristina (PP), ex-ministra da Agricultura. (Fonte: Veja, 26/04, link)
Flávio aciona PGR contra vídeo do PT que tenta vinculá-lo ao caso Banco Master. O PT divulgou em 26 de abril, no encerramento de seu 8º Congresso, em Brasília, um vídeo que tenta associar Flávio Bolsonaro ao escândalo do Banco Master. Em nota, o senador classificou como “mentirosas e absurdas” as informações da peça. No dia 27, o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS) protocolou pedido para que a Procuradoria-Geral da República investigue a divulgação. (Fontes: Estadão, 26/04, link; Estadão, 27/04, link; Metrópoles, 27/04, link)
Edinho Silva acusa Flávio de querer “entregar terras-raras aos EUA”. O presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição de Lula, Edinho Silva, afirmou em entrevista ao Estadão publicada em 1º de maio que Flávio Bolsonaro pretende entregar as reservas brasileiras de terras-raras aos Estados Unidos. A crítica se baseia em discurso do senador na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), realizada em 28 de março, em que Flávio afirmou em inglês que o Brasil é a solução para reduzir a dependência norte-americana em relação à China no setor de minerais críticos. (Fonte: Poder360, 02/05, link)
Flávio diz que Tarcísio “tem capacidade para ser presidente”. Durante a Agrishow, Flávio Bolsonaro afirmou que o governador paulista “se Deus quiser será presidente do Brasil um dia”. A declaração reforça a narrativa de aliança entre os dois para a disputa deste ano e mantém Tarcísio como nome de longo prazo no campo conservador. (Fonte: Poder360, 27/04, link)
PT discute “Bolsonarinho” como mote de campanha. No 8º Congresso do PT, em Brasília, o pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, chamou Flávio Bolsonaro de “Bolsonarinho” e afirmou que Lula irá disputar a eleição com “o filho do Jair Bolsonaro, uma família que só entregou o caos para esse país”. O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que o discurso antissistema “pertence à esquerda”. (Fontes: Folha de S.Paulo, 26/04, link; Folha de S.Paulo, 26/04, link)
Destaques da semana
- Flávio Bolsonaro promete mais mulheres e menos militares no governo (Veja, 26/04)
- Vox Brasil aponta vantagem de Flávio sobre Lula em SP (Poder360, 26/04 — metodologia detalhada na seção Pesquisas eleitorais)
- Flávio e Tarcísio fazem primeira agenda conjunta de pré-campanha na Agrishow (Estadão, 27/04)
- Nexus/BTG Pactual aponta empate técnico entre Lula e Flávio no 2º turno (Folha, 27/04 — metodologia detalhada na seção Pesquisas eleitorais)
- Flávio chama Lula de “mercadoria vencida” (Gazeta do Povo, 27/04)
- AtlasIntel/Bloomberg confirma equilíbrio na disputa presidencial (Veja, 28/04 — metodologia detalhada na seção Pesquisas eleitorais)
- Senado rejeita Jorge Messias para o STF por 42 a 34 (Folha, 29/04)
- TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível (Estadão, 29/04)
- Congresso derruba veto de Lula ao PL da Dosimetria (G1, 30/04)
- Edinho Silva acusa Flávio de querer “entregar terras-raras aos EUA” (Poder360, 02/05)
Governo Lula
Senado rejeita indicação de Jorge Messias para o STF em derrota histórica. Em votação secreta no plenário em 29 de abril, 42 senadores votaram contra e 34 a favor da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. Eram necessários 41 votos favoráveis. Foi a primeira rejeição de indicado presidencial ao STF desde 1894, no governo Floriano Peixoto. Antes do plenário, Messias havia sido aprovado na CCJ por 16 a 11, no placar mais apertado para o STF desde a redemocratização. (Fontes: Folha de S.Paulo, 29/04, link; G1, 29/04, link; SBT News, 29/04, link)
Congresso derruba veto integral de Lula ao PL da Dosimetria. Em 30 de abril, em sessão conjunta, a Câmara rejeitou o veto por 318 votos a 144, e o Senado, por 49 a 24. O texto reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e impede a soma dos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Segundo balanço do ministro Alexandre de Moraes, ao menos 190 pessoas podem ser beneficiadas, incluindo Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão. Pelas projeções, a pena do ex-presidente pode ser recalculada para cerca de 20 anos, com possibilidade de progressão de regime entre dois e quatro anos. O texto seguiu para promulgação. (Fontes: G1, 30/04, link; Estadão, 30/04, link; CNN Brasil, 30/04, link)
Governo libera R$ 2,3 bilhões em emendas após marcação da sabatina; medida não evita derrota. O Palácio do Planalto acelerou a liberação de emendas parlamentares logo após a definição da data da sabatina de Messias. Reportagem de O Globo aponta R$ 2,3 bilhões aceitos no período. Uma análise paralela do Poder360 menciona R$ 11,7 bilhões liberados nos dias que antecederam a votação. Mesmo a liberação recorde não foi suficiente para garantir os 41 votos necessários. (Fontes: O Globo, 01/05, link; Poder360, 28/04, link)
Lula não comparece à Agrishow após procedimento médico. O presidente passou em 24 de abril por procedimento para retirada de lesão cancerígena na pele e aguardava liberação médica para retomar agenda externa. Geraldo Alckmin e o ministro da Agricultura, André de Paula, representaram o governo na abertura da feira em Ribeirão Preto. (Fontes: CNN Brasil, 26/04, link; Estadão, 27/04, link)
Após derrubada do veto, Lula não deve promulgar PL da Dosimetria. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou ao G1 que Lula não pretende promulgar a lei que reduz as penas dos condenados pelo 8 de Janeiro. Como o presidente da República tem 48 horas para promulgar após a derrubada do veto, a tarefa caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Aliados de Lula afirmam que o presidente “não quer deixar sua digital” em legislação que tentou barrar. (Fonte: G1, 01/05, link)
Lula busca reação com discurso “antissistema” após derrotas. Após a sequência de derrotas no Congresso, Lula tentou retomar a comunicação política com pronunciamento contra “o andar de cima”. Reportagem de O Globo aponta que pesquisadores avaliam que o lema de enfrentamento a estruturas estabelecidas foi capturado pela direita nos últimos anos, o que reduz seu efeito como ferramenta de campanha do PT. (Fonte: O Globo, 02/05, link)
Governo amplia Move Brasil para caminhoneiros e reformula Desenrola. O Planalto anunciou em 30 de abril o aporte de novos recursos no programa Move Brasil, voltado à renovação de frota de caminhoneiros autônomos, segmento eleitoral alinhado historicamente ao bolsonarismo. Lula também pediu à equipe econômica a inclusão no novo Desenrola de devedores que pagam dívidas em dia, mas estão muito endividados, com foco em trabalhadores informais. (Fontes: Folha de S.Paulo, 30/04, link; Folha de S.Paulo, 29/04, link)
PT aprova manifesto sem citar escândalos do Banco Master e do INSS. No 8º Congresso do partido, encerrado em 26 de abril, o PT aprovou o manifesto eleitoral sem mencionar os escândalos do Banco Master e do INSS. Em entrevista ao Estadão publicada em 1º de maio, Edinho Silva, presidente da legenda, classificou como “erro” a decisão do PT de não assinar o requerimento de instalação da CPI do Master no Senado. (Fontes: Estadão, 26/04, link; Estadão, 01/05, link)
Pesquisas eleitorais
Pesquisa Nexus/BTG Pactual — divulgada em 27/04
Metodologia. Campo: 24 a 26 de abril. Amostra: n=2.028 eleitores com 16 anos ou mais. Margem: ±2 pontos percentuais (intervalo de confiança 95%). Método: telefone, em todo o país. Registro TSE: BR-01075/2026. Contratante: BTG Pactual.
Intenção de voto presidencial. No primeiro turno estimulado, Lula (PT) aparece com 41% das intenções, ante 36% de Flávio Bolsonaro (PL). Romeu Zema (Novo) tem 4%, Ronaldo Caiado (PSD) marca 3% e Renan Santos (Missão), 3%. Augusto Cury (Avante) registra 2%; Aldo Rebelo (DC) e Cabo Daciolo (Mobiliza), 1% cada. No segundo turno, Lula tem 46% e Flávio, 45% — empate técnico no limite da margem de erro, com a intenção de voto do senador oscilando dentro da margem em relação aos 46% medidos em março. Contra Zema e Caiado em 2º turno, Lula registra 45% em ambos os cenários, com os ex-governadores em 41% — também empate técnico no limite da margem. Na pesquisa espontânea de 1º turno, Lula tem 33%, Flávio 26%, Zema 2% e Caiado 1%; o ex-presidente Jair Bolsonaro, inelegível, é citado por 2% dos entrevistados.
Avaliação do governo. O governo Lula é desaprovado por 49% dos entrevistados e aprovado por 46%. Avaliam a gestão como “boa ou ótima” 33%, “regular” 23% e “ruim ou péssima” 43%.
Rejeição. Lula e Flávio são os pré-candidatos mais rejeitados, ambos com 48%. Zema aparece com 33%, Aldo Rebelo e Renan Santos com 30%, e Caiado com 29%.
(Fontes: Folha de S.Paulo, 27/04, link; Estadão, 27/04, link; Poder360, 27/04, link; CartaCapital, 27/04, link. Veículos críticos lembram que a Nexus integra o grupo FSB, que tem o governo Lula entre clientes — ver Diário do Poder, 28/04, link.)
Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg — divulgada em 28/04
Metodologia. Campo: 22 a 27 de abril. Amostra: n=5.008 eleitores nas cinco regiões do país. Margem: ±1 ponto percentual (intervalo de confiança 95%). Método: online, via Recrutamento Digital Aleatório. Registro TSE: BR-07992/2026. Contratante: Bloomberg. Custo declarado: R$ 75 mil, com recursos próprios da AtlasIntel.
Intenção de voto presidencial. No primeiro turno, Lula (PT) lidera todos os cenários testados, com margem entre 4,9 e 6,9 pontos percentuais sobre o segundo colocado, Flávio Bolsonaro (PL). No segundo turno, Lula soma 47,5% e Flávio 47,8% — empate técnico, com diferença de 0,3 ponto a favor do senador. Em 2º turno contra Zema, Lula tem 47,5% e o ex-governador, 46,6%. Lula vence Caiado por cerca de 4,6 pontos, e Renan Santos por 17,6 pontos, a maior diferença testada.
Avaliação do governo. Desaprovam o governo Lula 52,5% dos entrevistados e aprovam 46,8%. Em março, esses índices eram, respectivamente, de 54% e 46%. Avaliam a gestão como “ótima ou boa” 42%, “regular” 6,8% e “ruim ou péssima” 51,3%.
Outros recortes. Para 47,3% dos entrevistados, uma reeleição de Lula geraria “medo”; o mesmo sentimento em relação a uma vitória de Flávio é registrado por 45,4%. A pesquisa também aponta que Hugo Motta e Davi Alcolumbre, presidentes da Câmara e do Senado, são os políticos mais mal avaliados pelo eleitorado.
(Fontes: Veja, 28/04, link; Estadão, 28/04, link; Poder360, 28/04, link; Gazeta do Povo, 28/04, link; SBT News, 30/04, link.)
Pesquisa Vox Brasil — divulgada em 26/04 (recorte presidencial em São Paulo)
Metodologia. Instituto: Vox Brasil Pesquisas. Campo: 22 a 25 de abril. Amostra: n=1.480 eleitores do estado de São Paulo. Margem: ±2,55 pontos percentuais (intervalo de confiança 95%). Método: presencial. Registros TSE: BR-07519/2026 e SP-08703/2026. Contratante: não divulgado. Custo declarado: R$ 50 mil, com recursos próprios da Vox Brasil Pesquisas.
Intenção de voto presidencial em São Paulo. No 1º turno, Flávio Bolsonaro (PL) tem 45,3% e Lula (PT), 34,5%. Caiado e Zema aparecem empatados tecnicamente em 3,4% e 3,1%, respectivamente. No 2º turno, Flávio teria 50,4% e Lula, 38,1%. A pesquisa indica também que 54,2% dos eleitores paulistas desaprovam a gestão de Lula e 36,5% aprovam.
(Fonte: Poder360, 26/04, link. Trata-se de levantamento estadual com recorte presidencial; o instituto Vox Brasil Pesquisas tem reputação ainda em formação no agregador, e o levantamento conta com registro no TSE.)
Judiciário — STF e TSE
29/04 — TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e declarar Antonio Denarium inelegível. O Tribunal Superior Eleitoral formou maioria para cassar o mandato do governador Edilson Damião (União) e declarar inelegível até 2030 o ex-governador Antonio Denarium (Republicanos), por abuso de poder político e econômico na campanha de 2022. O placar foi de 5 a 1 pela cassação de Damião, e unânime pela inelegibilidade de Denarium. Como Denarium renunciou ao cargo no fim de março para disputar o Senado, sua cassação ficou prejudicada, mas ele permanece sujeito à inelegibilidade por oito anos. Relatora: Min. Isabel Gallotti. (Fonte: Estadão, 29/04, link)
26/04 — Kassio Nunes Marques assumirá presidência do TSE em 12 de maio com foco em IA nas campanhas. O ministro do STF Kassio Nunes Marques assumirá a presidência do Tribunal Superior Eleitoral em 12 de maio. Segundo o Estadão, sua prioridade será aperfeiçoar o cerco ao uso indevido de inteligência artificial nas campanhas, fixando prazo para que big techs apresentem plano de conformidade. Nunes Marques também planeja unificar a tramitação de processos disciplinares contra juízes eleitorais e reforçar campanhas de credibilidade da urna eletrônica. (Fonte: Estadão, 26/04, link)
26/04 — PT, PV e PCdoB acionam TSE contra perfil “Dona Maria” criado com IA. Os três partidos pediram ao Tribunal Superior Eleitoral a derrubada do perfil “Dona Maria”, uma personagem criada com inteligência artificial que ataca Lula em redes como Instagram, TikTok, Facebook, YouTube e X. Em entrevista a O Globo, o motorista de aplicativo Daniel Cristiano dos Santos, identificado como criador do perfil, afirmou faturar R$ 1,5 mil por mês com a personagem e nega ser bolsonarista. (Fontes: CNN Brasil, 26/04, link; O Globo, 26/04, link)
Eleições estaduais
São Paulo
Tarcísio aproxima-se de vitória no 1º turno; aprovação fica em 54%. Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 29 de abril aponta o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 38% a 40% das intenções de voto no 1º turno, contra 26% a 28% de Fernando Haddad (PT). Em segundo turno, Tarcísio venceria Haddad por 49% a 32%. A aprovação do governador é de 54%, o menor patamar da série iniciada em 2024 (eram 60% em agosto de 2025); a desaprovação é de 29%. Para o Senado, Simone Tebet (PSB) lidera todos os quatro cenários testados com 14% a 15%, em empate técnico com Marcio França (PSB), com 12%, e Marina Silva (Rede), em cenário sem França, com 12%. À direita, Guilherme Derrite (PP) marca 8%, Ricardo Salles (Novo), 6%, e André do Prado (PL), 5%. Metodologia — Campo: 23 a 27 de abril. Amostra: n=1.650 em 70 municípios paulistas. Margem: ±2pp (IC 95%). Registro TSE: registrada no TSE (número não divulgado nas matérias consultadas). (Fontes: Veja, 29/04, link; CNN Brasil, 29/04, link; Veja, 29/04, link; Poder360, 29/04, link)
Pesquisa Vox Brasil em SP confirma vantagem de Tarcísio. Levantamento da Vox Brasil Pesquisas, divulgado em 26 de abril (n=1.480, ME ±2,55pp, registro TSE SP-08703/2026), aponta Tarcísio com 48,2% e Haddad com 32,3% no 1º turno; em 2º turno, Tarcísio teria 54,2% e Haddad, 34,6%. A aprovação de Tarcísio entre paulistas é de 68,2% no levantamento. Para o Senado em SP pelo mesmo instituto, Marina Silva (Rede), Guilherme Derrite (PP), Simone Tebet (PSB) e André do Prado (PL) aparecem em empate técnico, com 29,7%, 27,2%, 26,1% e 22,5%, respectivamente — pesquisa permite até dois votos. (Fontes: Poder360, 26/04, link; Poder360, 26/04, link)
PSDB oficializa Paulo Serra como pré-candidato ao governo. O PSDB confirmou em 29 de abril o ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra, como pré-candidato ao governo de São Paulo. (Fonte: Diário do Poder, 29/04, link)
Podemos confirma apoio a Tarcísio, mas terá candidato próprio ao Senado. A presidente nacional do partido, deputada Renata Abreu, anunciou em 28 de abril que o Podemos apoiará a reeleição de Tarcísio, mas lançará candidato próprio ao Senado, com possibilidade de indicação do deputado Delegado Palumbo ou do empresário Geraldo Rufino. (Fonte: Estadão, 28/04, link)
Minas Gerais
Cleitinho Azevedo lidera Quaest com 30% a 37%. Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 28 de abril aponta o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança em todos os cenários, com 30% a 37% das intenções de voto no 1º turno. Alexandre Kalil (PDT) registra 14% a 18%, Rodrigo Pacheco (PSB), 8% a 12%, e o atual governador Mateus Simões (PSD), 3% a 5%. Em todas as simulações de 2º turno, Cleitinho vence: contra Kalil, 48% a 26%; contra Pacheco, 43% a 23%. A aprovação do ex-governador Romeu Zema (Novo), que renunciou em março para disputar a Presidência, é de 52% e a desaprovação, 41%. Metodologia — Campo: 22 a 26 de abril. Amostra: n=1.482 em 69 municípios mineiros. Margem: ±3pp (IC 95%). Registro TSE: MG-08646/2026. Contratante: Banco Genial. (Fontes: SBT News, 28/04, link; Poder360, 28/04, link)
Rio de Janeiro
Eduardo Paes lidera todos os cenários e venceria 2º turno por 49% a 16%. Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 27 de abril aponta o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) com 34% a 40% das intenções de voto no 1º turno. O segundo colocado é Douglas Ruas (PL), com 9%, em empate técnico com Anthony Garotinho (Republicanos), 8%. Para o Senado, Cláudio Castro (PL) — declarado inelegível pelo TSE — aparece com 12%, e Benedita da Silva (PT), com 10%. A aprovação da gestão Castro é de 35%, com desaprovação de 47%. Metodologia — Campo: 21 a 25 de abril. Amostra: n=1.200 em domicílios fluminenses. Margem: ±3pp (IC 95%). Registro TSE: RJ-00613/2026. (Fonte: Estadão, 27/04, link)
Bahia
ACM Neto lidera contra Jerônimo, com empate técnico. Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 29 de abril aponta o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) com 41% das intenções no 1º turno, contra 36% a 37% do governador Jerônimo Rodrigues (PT). No 2º turno, ACM Neto repete os 41% e Jerônimo registra 38%. A diferença está dentro da margem de erro. Para o Senado, Rui Costa (PT) lidera com 24% e Jaques Wagner (PT) tem 22%, à frente de João Roma (PL), com 9%, e Angelo Coronel (Republicanos), com 6%. A aprovação de Jerônimo é de 56%. Metodologia — Campo: 23 a 27 de abril. Amostra: n=1.200 entrevistas presenciais na Bahia. Margem: ±3pp (IC 95%). Registro TSE: BA-03657/2026. (Fontes: Diário do Poder, 29/04, link; O Globo, 29/04, link)
Paraná
Sergio Moro lidera todos os cenários; Ratinho Junior tem 80% de aprovação. Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 27 de abril aponta o senador Sergio Moro (PL) com 35% das intenções de voto no 1º turno, contra 18% de Requião Filho (PDT) e 15% de Rafael Greca (MDB). Sandro Alex (PSD), apoiado pelo governador Ratinho Junior (PSD), tem 5%. Em todas as simulações de 2º turno, Moro vence — contra Requião Filho por 49% a 30%; contra Greca por 44% a 29%; contra Sandro Alex por 51% a 15%. Para o Senado, Alvaro Dias (MDB) e Deltan Dallagnol (Novo) lideram. A aprovação do governador Ratinho Junior é de 80%. Metodologia — Campo: 21 a 25 de abril. Amostra: n=1.104 entrevistas em domicílios paranaenses. Margem: ±3pp (IC 95%). Registro TSE: PR-02588/2026. (Fontes: Estadão, 27/04, link; Poder360, 27/04, link; CartaCapital, 27/04, link)
Pernambuco
João Campos vence Raquel Lyra em todos os cenários. Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 28 de abril aponta o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) com 42% das intenções no 1º turno, contra 34% da governadora Raquel Lyra (PSD). Em 2º turno, Campos venceria por 46% a 38%. Para o Senado, Marília Arraes (PDT) lidera com 18% a 21%, seguida por Humberto Costa (PT), com 12% a 13%. A aprovação da gestão Raquel Lyra é de 62%. Metodologia — Campo: 22 a 26 de abril. Amostra: n=900 entrevistas em Pernambuco. Margem: ±3pp (IC 95%). Registro TSE: PE-08904/2026. (Fonte: SBT News, 28/04, link)
Pará
Daniel Santos e Hana Ghassan empatam tecnicamente. Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 27 de abril aponta empate técnico entre Dr. Daniel Santos (Podemos), com 22%, e a governadora Hana Ghassan (MDB), com 19%. Hana assumiu o cargo após a renúncia de Helder Barbalho (MDB), pré-candidato ao Senado, cuja gestão estadual é aprovada por 63% dos eleitores. Os indecisos são 30%. Metodologia — Campo: 21 a 25 de abril. Amostra: n=900 entrevistas no Pará. Margem: ±3pp (IC 95%). Registro TSE: registrada no TSE (número não divulgado nas matérias consultadas). (Fonte: Poder360, 27/04, link)
Espírito Santo
Pesquisa aponta empate quádruplo no 1º turno. Levantamento Genial/Quaest divulgado em 30 de abril aponta empate técnico entre quatro pré-candidatos: o ex-governador Paulo Hartung (PSD) com 19%; o prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 18%; o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), com 15%; e o senador Magno Malta (PL), com 15%. Helder Salomão (PT) registra 7%. Metodologia — Campo: última semana de abril. Amostra: não divulgada na matéria consultada. Margem: ±3pp (IC 95%, conforme padrão da rodada estadual da Quaest). Registro TSE: registrada no TSE (número não divulgado na matéria consultada). (Fonte: G1, 02/05, link)
Ceará
Camilo Santana é o nome mais competitivo do PT. Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 30 de abril aponta que o senador Camilo Santana (PT) venceria Ciro Gomes (PSDB) por 40% a 33%; já em cenário com o governador Elmano de Freitas (PT), Ciro lidera com 41% a 32%. A aprovação de Elmano é de 53%. Metodologia — Campo: última semana de abril. Amostra: não divulgada na matéria consolidada do G1. Margem: ±3pp (IC 95%, padrão da rodada estadual da Quaest). Registro TSE: registrada no TSE (número não divulgado na matéria consultada). (Fonte: G1, 02/05, link)
Briefing semanal compilado em 03/05/2026.
Conteúdo gerado automaticamente. Pode conter erros.
Deixe um comentário