Eleições 2026: Briefing Diário, 01/05/2026

Este é um serviço gratuito de acompanhamento das Eleições Brasileiras de 2026, produzido a partir de monitoramento eleitoral da imprensa. Briefings diários são publicados de segunda a sábado, com resumo semanal aos domingos. Cobertura: notícias publicadas em 30/04/2026.

Eleição Presidencial

Flávio Bolsonaro afirma que “governo Lula acabou” e celebra derrubada do veto à Dosimetria. Um dia após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou ao programa Ponto de Vista, da revista Veja, que “o governo Lula acabou, não tem governabilidade e não tem mais o respeito de ninguém”. À noite, após o Congresso derrubar o veto presidencial ao PL da Dosimetria por 318 a 144 na Câmara e 49 a 24 no Senado, Flávio voltou às redes para classificar a sequência de derrotas como “o fim do governo” Lula. (Fontes: Veja, 30/04, link; Gazeta do Povo, 30/04, link; Veja, 30/04, link)

Flávio diz ter “vários nomes” para o STF e promete escolha técnica. Em entrevista nesta quinta-feira (30), Flávio Bolsonaro afirmou que, se eleito, indicará “pessoas técnicas” ao Supremo Tribunal Federal e que já tem “vários nomes” em avaliação. “O critério não vai ser amizade”, declarou, em referência crítica às indicações de Cristiano Zanin e Flávio Dino feitas por Lula. Questionado sobre a possibilidade de indicar o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), aliado de Davi Alcolumbre, respondeu: “Não dá pra antecipar, não sou presidente ainda”. (Fonte: Diário do Poder, 30/04, link)

PL recorre ao TSE para limitar tom eleitoral do pronunciamento de Lula no Dia do Trabalhador. A equipe jurídica do Partido Liberal protocolou no Tribunal Superior Eleitoral pedido de liminar para impedir que o presidente Lula utilizasse o pronunciamento em rede nacional desta quinta-feira (30) para promover conteúdo de caráter eleitoral, em especial menções à PEC do fim da escala 6×1, ainda em tramitação no Congresso. A petição, articulada com a defesa de Flávio Bolsonaro, também cobra punição pelo discurso do Dia Internacional da Mulher, em março, e pede aplicação de multa no valor máximo previsto. Os advogados sustentam tese de “abuso de poder político” e citam decisão do TCU de 2019 que interrompeu propaganda do governo Bolsonaro sobre o “pacote anticrime”. Até o fim do dia, o TSE não havia decidido sobre o pedido. (Fontes: Gazeta do Povo, 30/04, link; Diário do Poder, 30/04, link)

Lula não comparecerá aos atos do 1º de Maio pelo segundo ano consecutivo. O Palácio do Planalto informou ao Globo e à coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, que o presidente permanecerá em Brasília na sexta-feira e durante o fim de semana. Em 2024, Lula esteve em ato unificado das centrais sindicais em frente ao estádio do Corinthians, em São Paulo, e reclamou publicamente do baixo público — segundo o Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP, pouco mais de 1.600 pessoas. Neste ano, as centrais quebraram a tradição dos últimos anos e não realizarão evento unificado: a Força Sindical orientou os filiados a fazer atos locais; o principal evento deve ser o do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. (Fontes: O Globo, 30/04, link; Metrópoles, 30/04, link; Folha, 30/04, link)

Governo Lula

Congresso derruba veto à Dosimetria e impõe nova derrota a Lula um dia após Messias. O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (30) o veto integral do presidente ao PL da Dosimetria, projeto que reduz penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, por 318 votos a 144 na Câmara e 49 a 24 no Senado. O texto beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e demais condenados pela tentativa de golpe de Estado julgada pelo Supremo. A votação no Senado teve placar mais favorável à oposição do que a rejeição de Jorge Messias, na noite anterior, e expôs novas dissidências na base aliada: sete senadores do PSD, incluindo Omar Aziz (PSD-AM), votaram pela derrubada; cinco senadores do MDB acompanharam o governo. PL e Republicanos votaram em peso pela queda do veto; do PP, apenas a senadora Daniella Ribeiro (PB) sustentou o presidente. Na Câmara, o vice-líder do governo Lindbergh Farias (PT-AP) classificou o resultado como “um golpe comandado por Alcolumbre”. O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC), afirmou que a base do governo recorrerá ao STF para questionar a constitucionalidade da medida. (Fontes: O Globo, 30/04, link; CNN Brasil, 30/04, link; G1, 30/04, link; G1, 30/04, link; Veja, 30/04, link)

Lula avalia nomear Jorge Messias para o Ministério da Justiça. Segundo apuração da CNN Brasil, o presidente Lula estuda nomear o advogado-geral da União para o comando do Ministério da Justiça, hoje ocupado por Wellington César, como “prêmio de consolação” após a rejeição do Senado à indicação de Messias ao STF. A leitura no governo é de que a transferência elevaria o aliado dentro do Executivo, blindaria sua imagem e o manteria “em evidência para uma eventual nova indicação à Suprema Corte”. Após a rejeição, Messias chegou a desabafar com interlocutores que avaliava pedir demissão; reuniu-se com Lula no Palácio da Alvorada na mesma noite. (Fonte: CNN Brasil, 30/04, link)

Governo prepara ofensiva para demitir aliados de Alcolumbre na Esplanada. O Planalto avalia exonerar ocupantes de cargos de confiança ligados ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em reação à derrota na votação de Messias, segundo a CNN Brasil. Interlocutores descrevem o movimento como “declaração de guerra”; as primeiras exonerações são esperadas para os próximos dias. A Folha apontou que o governo mapeia o que chama de “traições” do MDB, do PSD e até do PSB, sigla do vice-presidente Geraldo Alckmin, em busca de explicar o placar de 42 a 34. (Fontes: CNN Brasil, 30/04, link; Folha, 30/04, link)

Deputadas protocolam requerimento de CPMI do Banco Master com 181 assinaturas. As deputadas Heloísa Helena (Rede-RJ) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS) apresentaram nesta quinta-feira (30) requerimento para instalação de comissão parlamentar mista de inquérito que investigue o caso do Banco Master no Congresso Nacional. O pedido reúne 181 assinaturas de deputados e 35 de senadores, acima do mínimo regimental de 171 e 27, respectivamente. “Nós queremos abrir a caixa-preta do apodrecido sistema financeiro que tem tentáculos profundos na política brasileira”, afirmou Melchionna. A criação da CPMI é automática após o cumprimento dos requisitos, mas a instalação depende de leitura pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e da indicação de integrantes pelos partidos. (Fonte: SBT News, 30/04, link)

Pesquisas eleitorais

Pesquisa Genial/Quaest Goiás — divulgada em 30/04. O atual governador Daniel Vilela (MDB), apoiado pelo presidenciável Ronaldo Caiado (PSD), lidera todos os cenários de primeiro e segundo turno na disputa pelo Palácio das Esmeraldas. No primeiro cenário estimulado de 1º turno, Vilela tem 33% das intenções de voto, contra 21% do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), 10% da deputada Adriana Accorsi (PT) e 9% de Wilder Morais (PL); indecisos somam 15% e brancos, nulos ou abstenções, 22%. Em cenário sem Adriana, Vilela mantém 33% e Perillo 21%, com Morais a 11% e Edward Madureira (PT) a 5%. No terceiro cenário, Vilela vai a 34%, Perillo 21%, Morais 10% e Cíntia Dias (PSOL) 5%. Em simulações de 2º turno, Vilela tem 46% contra 27% de Perillo e 51% contra 21% de Morais. Para o Senado por Goiás, a ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil) lidera com 22% das intenções de voto, à frente de Vanderlan Cardoso (PSD, 12%), Zacharias Calil (MDB, 11%), Gustavo Gayer (PL, 10%) e Delegado Humberto Teófilo (Novo, 8%). A gestão de Ronaldo Caiado é aprovada por 84% dos goianos; 71% afirmam que ele “merece fazer um sucessor”, 21% discordam e 8% não souberam responder. Caiado é aprovado, ainda, por 77% dos eleitores autodeclarados lulistas e 75% da esquerda do estado. Campo: 24 a 28 de abril. Amostra: n=1.104 eleitores em 54 municípios. Margem: ±3 pontos percentuais. Intervalo de confiança: 95%. Contratante: Banco Genial. Registro TSE: GO-00211/2026. (Fontes: SBT News, 30/04, link; Veja, 30/04, link; Veja, 30/04, link; Poder360, 30/04, link)

Pesquisa Genial/Quaest Ceará — divulgada em 30/04. No 1º turno, o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) lidera quando o opositor petista é o atual governador Elmano de Freitas: tem 41% contra 32% de Elmano, com Eduardo Girão (Novo) a 4%, Jarir Pereira (PSOL) a 1% e Zé Batista (PSTU) a 0%. Quando o PT é representado pelo senador Camilo Santana, a chapa petista vai à frente: Camilo 40% e Ciro 33%, com Girão a 5%. Em cenário sem Ciro e com o ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (União Brasil), Elmano tem 39% e Roberto Cláudio 16%; com Camilo no lugar de Elmano, o petista chega a 49% contra 12% do oponente. Em simulações de 2º turno, Camilo bate Ciro por 44% a 39% (empate técnico), enquanto Elmano perde para Ciro por 46% a 35%. Camilo derrotaria Roberto Cláudio por 58% a 20%; Elmano, por 46% a 26%. Para o Senado pelo Ceará, o senador Cid Gomes (PSB), aliado de Elmano, e o ex-deputado Capitão Wagner (União Brasil), articulado na chapa de Ciro Gomes, lideram em empate numérico (16% e 17%) em dois dos três cenários simulados, e em empate técnico no cenário restante. A aprovação do governo Elmano de Freitas é de 53%, com 30% de desaprovação e 17% sem resposta; a avaliação é positiva para 37%, regular para 36% e negativa para 19%. Para 50% dos cearenses, Elmano merece se reeleger; 39% discordam. Campo: 24 a 28 de abril (Senado: 14 a 28 de abril). Amostra: n=1.002 eleitores em 50 municípios. Margem: ±3 pontos percentuais. Intervalo de confiança: 95%. Contratante: Banco Genial. Registro TSE: CE-01725/2026. (Fontes: G1, 30/04, link; CNN Brasil, 30/04, link; Veja, 30/04, link; Poder360, 30/04, link)

Pesquisa Genial/Quaest Espírito Santo — divulgada em 30/04. No 1º turno para o governo capixaba, em cenário com cinco pré-candidatos, o ex-governador Paulo Hartung (PSD) aparece numericamente à frente, com 19%, em empate técnico com Lorenzo Pazolini (Republicanos, 18%), Ricardo Ferraço (MDB, 15%) e o senador Magno Malta (PL, 15%); Helder Salomão (PT) tem 7%. Em três cenários sem Hartung, Ferraço lidera com índices de 24% a 32%, ora em empate técnico com Pazolini (24%), ora à frente de Magno Malta (24% a 28%) ou de Salomão. Em simulações de 2º turno, Pazolini bate Salomão por 43% a 14% e supera Magno Malta por 37% a 28%; Ferraço supera Pazolini em empate técnico (32% a 31%) e Magno Malta por 38% a 28%; Hartung vence Ferraço por 36% a 27% e Pazolini por 37% a 29%. Magno Malta tem a maior rejeição, com 46%, seguido por Hartung (36%), Salomão (33%), Ferraço (31%) e Pazolini (23%). Para o Senado, o ex-governador Renato Casagrande (PSB) lidera todos os quatro cenários testados, com 25% a 29% das intenções; a disputa pela segunda vaga está aberta, com Paulo Hartung (PSD), Sergio Meneguelli (PSD), Rose de Freitas (MDB), Fabiano Contarato (PT) e Maguinha Malta (PL) tecnicamente embolados. Para 60% dos eleitores, a escolha de voto para governador ainda pode mudar. Campo: 24 a 28 de abril. Amostra: n=804 eleitores. Margem: ±3 pontos percentuais. Intervalo de confiança: 95%. Contratante: TV Gazeta. Registro TSE: ES-03176/2026. (Fontes: G1, 30/04, link; G1, 30/04, link; CartaCapital, 30/04, link)

Pesquisa Genial/Quaest Rio Grande do Sul — divulgada em 30/04. No 1º turno para o governo gaúcho, a ex-deputada Juliana Brizola (PDT) tem 24% das intenções de voto, contra 21% do deputado Luciano Zucco (PL); Gabriel Souza (MDB) marca 6%, Marcelo Maranata (PSDB) 2% e Rejane Oliveira (PSTU) 1%. Indecisos somam 34% e brancos, nulos ou não-eleitores, 12%. Em três simulações de 2º turno, Juliana tem 35% contra 27% de Zucco; 35% contra 17% de Gabriel Souza; e Zucco tem 28% contra 20% de Souza no cenário sem petista. As maiores rejeições recaem sobre Juliana Brizola (35%) e Zucco (17%). Para 30% dos gaúchos, a escolha do voto é definitiva; 68% dizem que ainda pode mudar. Para o Senado, em duas vagas em disputa, lideram em empate técnico Manuela D’Ávila (PSOL, 13% a 14%), Germano Rigotto (MDB, 12%), Paulo Pimenta (PT, 9% a 10%) e Marcel Van Hattem (Novo, 9%); Ubiratan Sanderson (PL) tem 6% a 7%. As maiores rejeições para o Senado são as de Manuela (41%) e de Pimenta (37%). A aprovação do governo Eduardo Leite (PSD) é de 51%, com 39% de desaprovação — em fevereiro de 2025, era 62% e 33%; em agosto, 58% e 38%. Avaliação positiva: 34%; regular: 39%; negativa: 24%. Campo: 24 a 28 de abril. Amostra: n=1.104 eleitores em 62 municípios. Margem: ±3 pontos percentuais. Intervalo de confiança: 95%. Contratante: Banco Genial. Registro TSE: RS-03000/2026. (Fontes: G1, 30/04, link; G1, 30/04, link; CNN Brasil, 30/04, link; Veja, 30/04, link; Poder360, 30/04, link)

Judiciário — STF e TSE

Alcolumbre articula barrar nova indicação ao STF até as eleições; Lula avalia dois caminhos. Segundo apuração da CNN Brasil, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), disse a pelo menos três colegas que não pautará nenhuma nova indicação presidencial ao STF antes das eleições de outubro. Aliados ouvidos pela Folha e pela Gazeta do Povo avaliam que o tribunal encerrará 2026 com a cadeira de Luís Roberto Barroso vacante — pelo menos 14 processos seguem suspensos no aguardo do novo ministro, segundo levantamento do G1, em temas como segurança pública, meio ambiente e funcionalismo público. No Planalto, dois caminhos estão em avaliação: forçar nova indicação em rito acelerado ou adiar a decisão para o ano seguinte. (Fontes: CNN Brasil, 30/04, link; CNN Brasil, 30/04, link; Gazeta do Povo, 30/04, link; G1, 30/04, link; Veja, 30/04, link)

Gilmar Mendes diz que “história fará justiça” a Messias; Fachin reafirma respeito ao Senado. O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, afirmou em rede social que “a decisão do Senado deve ser respeitada”, mas elogiou Jorge Messias como “um dos maiores juristas da história recente do Brasil” e disse que “a história saberá fazer justiça à sua trajetória”. O presidente do tribunal, Edson Fachin, divulgou nota afirmando que “a Corte aguarda, com a serenidade e o senso de responsabilidade institucional, as providências constitucionais cabíveis para o oportuno preenchimento da vaga em aberto”. (Fontes: SBT News, 30/04, link; Gazeta do Povo, 30/04, link; SBT News, 30/04, link; Revista Fórum, 30/04, link)

Eleições estaduais

Rio de Janeiro

Coligação derrotada recorre ao TSE para cassar diploma de Cláudio Castro e impor nova eleição direta. O ex-deputado Marcelo Freixo e a coligação “A Vida Vai Melhorar” (PT, PCdoB, PV, PSDB, Cidadania, Rede e PSOL) protocolaram recurso para que o Tribunal Superior Eleitoral decida expressamente se a renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL) caracterizou manobra para escapar da cassação e induzir eleição indireta na Assembleia Legislativa, onde o PL detém a maior bancada. Em ação separada, Castro também recorreu ao TSE, com embargos de declaração, para tentar reverter a inelegibilidade até 2030 imposta por abuso de poder político e econômico, e salvar sua candidatura ao Senado. (Fontes: Veja, 30/04, link; Veja, 30/04, link)

Minas Gerais

Exoneração do secretário de Educação gera primeiro desgaste do vice de Romeu Zema. A saída do secretário estadual de Educação Rossieli Soares — anunciada por ele como decisão “alinhada com o governo” — foi desmentida pela gestão estadual, que respondeu, em nota, que ele é alvo de investigações preliminares sobre conduta irregular. O atrito é descrito por O Globo como o primeiro desgaste relevante do vice-governador Mateus Simões (Novo) à frente do Executivo, após a saída de Romeu Zema (Novo) do cargo para concorrer à Presidência. (Fonte: O Globo, 30/04, link)

São Paulo

Kim Kataguiri e Paulo Serra discutem chapa para o governo de São Paulo. O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) e o ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB) abriram conversas sobre a possibilidade de formarem chapa conjunta na disputa pelo governo paulista. As tratativas são iniciais e a definição sobre o cabeça de chapa deve sair até o fim de maio. Kataguiri afirma que ainda decide entre o governo estadual e a reeleição à Câmara; o Missão tem Renan Santos como pré-candidato à Presidência. O PSDB lançou a pré-candidatura de Serra na terça-feira (28), em ato em Brasília conduzido pelo presidente nacional da legenda, deputado Aécio Neves. (Fonte: SBT News, 30/04, link)


Briefing compilado em 01/05/2026.

Conteúdo gerado automaticamente. Pode conter erros.


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