Ativismo é uma coisa boa ou ruim? Apresento neste vídeo algumas ideias sobre como ativismos, individuais ou coletivos, podem fortalecer a democracia ou ser um veneno que a corrói por dentro. O que você acha? Assista ao vídeo e deixe seus comentários.
Resumo Automático (IA):
Este vídeo analisa se o ativismo fortalece ou prejudica a democracia. O palestrante distingue entre dois tipos de ativismo: o competitivo (considerado benéfico) que ocorre na arena política aberta, e o institucional (considerado prejudicial) que acontece dentro de organizações como judiciário, escolas e mídia.
O ativismo competitivo ocorre quando diferentes grupos expressam suas ideias, competem abertamente e convencem outros a adotar suas perspectivas. Este é visto como saudável para a democracia.
Já o ativismo dentro das instituições é criticado por representar uma “trapaça” quando profissionais (juízes, professores, jornalistas) desviam-se de suas funções originais para promover agendas ideológicas pessoais. O palestrante argumenta que isso subverte a confiança pública nestas instituições.
O vídeo menciona exemplos como: juízes que interpretam leis para atingir objetivos diferentes dos pretendidos pelo legislador; professores que usam métodos como os de Paulo Freire para doutrinar alunos; e jornalistas que apresentam notícias de forma tendenciosa como se fossem objetivas.
Conclui-se que este fenômeno crescente, onde pessoas usam seus “pequenos poderes” para promover agendas pessoais em vez de cumprir suas funções institucionais, está causando uma quebra generalizada de confiança na sociedade.
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