
Luigi Mangione deve ser punido com o maior rigor possível. Sua ação não foi apenas o assassinato frio e covarde de um executivo do setor de saúde, pelas costas, mas um ato de terrorismo. Seu objetivo não era a morte do indivíduo, mas fomentar um sentimento de medo que supostamente levaria outros executivos e agentes públicos e privados a se submeter a sua visão de mundo.
As sociedades ocidentais têm visto a proliferação de ativismos intransigentes e intolerantes, como, por exemplo, Just Stop Oil. Os participantes desses movimentos costumam estar tão cegamente convencidos de suas “verdades” que entendem como justificada e mesmo moralmente mandatória a ação radical. Enquanto se colam ao asfalto, não há dando. Quando destroem obras de arte, já há dano irreparável. Não podemos deixar que se acostumem a matar pessoas em nome de convicções políticas que habitam suas mentes deformadas.
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